16, 17 e 18 de Outubro
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Educação como direitos humanos nas periferias
Este seminário é construído por estudantes do Programa de Pós-Graduação em Educação Cultura e Comunicação (PPGECC) da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF), unidade acadêmica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O evento é destinado a profissionais e pesquisadores interessados em dialogar sobre suas pesquisas relacionadas à educação, especialmente aquelas construídas desde e para as periferias, pois acreditamos na potencialidade subversiva da valorização desse saber hora negligenciado.
Neste ano, daremos foco às discussões que inserem a educação como um direito fundamental à dignidade humana nas periferias.
Comissão Organizadora do XVI Seminário Discente do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação da UERJ.
Eixos temáticos
As apresentações serão organizadas e distribuídas de acordo com os Grupos de Trabalho (GT), definidos em consonância com as linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias (PPGECC). Abaixo de cada um dos Grupos de Trabalho, possui uma breve descrição dos eixos norteadores que correlacionam as temáticas e suas categorias de pesquisa e estudos.
G1
PERIFERIAS, REDES EDUCATIVAS E PROCESSOS SÓCIO -HISTÓRICO-CULTURAIS
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Práticas culturais, comunicacionais e educativas presentes nas periferias;
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Educação em periferias, tecnologia e cibercultura;
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Educação, infâncias e subjetividades;
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Educação, territórios e meio ambiente;
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Formação de Professores/pesquisadores, cultura e periferias;
G2
POLÍTICAS EDUCACIONAIS, ESCOLAS E SEUS SUJEITOS
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Educação patrimonial, cultura e patrimônio em periferias;
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História da educação, pensamento educacional e social brasileiro;
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Políticas públicas em educação, processos de gestão e atuação das organizações da sociedade civil em periferias, educação e trabalho;
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Regime de colaboração, processos históricos de institucionalização de recursos materiais e financeiros na educação;
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Escola e seus agentes, disciplinas escolares, currículo e avaliação;
G3
EDUCAÇÃO, MOVIMENTOS SOCIAIS E DIVERSIDADE
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Educação em periferias urbanas, Cultura, identidade e diferença;
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Processos formativos, movimentos sociais, reconhecimento de grupos historicamente discriminados e oprimidos.
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Educação em periferias urbanas, raça, gênero e deficiência;
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Educação em periferias urbanas, Etnicidade, corpo e sexualidade;
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Educação do campo, educação inclusiva, educação indígena e educação quilombola;
Conheça nossos palestrantes
O evento conta com mesas redondas, minicursos, apresentações de trabalhos científicos, debates e atividades culturais.




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Logotipo
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Obi Nka Bi
Pertencente ao conjunto de símbolos Adinkra originários da cultura Akan de Gana, o símbolo central retrata dois peixes mordendo as caudas um do outro. Essa tecnologia ancestral nos lembra da importância de promover relacionamentos harmoniosos e justos, onde a colaboração e o respeito são fundamentais para construir um mundo digno a todos.
Faculdade de Educação da Baixada Fluminense - FEBF/UERJ
Conheça nossas atrações culturais
Funk, Passinho e MPB
Além das mesas o nosso evento também apresenta a cultura como traço da existência periférica
16/10 - 18h - Hórus Akin, antes da mesa de abertura;
17/10 - 20h30 - Vanielle Bethania, encerramento da noite, após a mesa redonda
18/10 - 20h30 - Fruição Funkeira, encerramento do seminário.

Cantora
Vanielle Bethania
Cantora, compositora, poetisa, professora, mãe solo e mulher periférica. Vanielle começou a cantar por influência de seu pai, cantor e compositor. A cantora fez parte da banda Lata Doida e de projetos musicais em parceria com seu irmão Vandré Nascimento. A arte da música e da escrita é sua forma de se colocar no mundo.
Vanielle Bethania canta o Brasil tropical, o Brasil Tropicália; arretado, suave, negro, quente, periférico e favelado.
@vaniellebethania
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Projeto
Fruição Funkeira
Assinatura do produtor musical beatmaker Samuel Lima, Fruição Funkeira é a performance estilo DJ set com soul, reggae, hip-hop, funk carioca, dentre outros estilos musicais. O projeto conta com sonoridades autorais, cheias de continuidades do tamborzão, a partir do rap.
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